Meus soluços entre-abertos, já não são mais ouvidos à distância.
Engoli todo o medo e me prendi à correntes inquebráveis.
Longos e curtos pesadelos, sonhos raros e frágeis.
A ignorância de muitos se desperta,
E é nos buracos inabitáveis que encontro refúgio.
Sendo chamada para fora, por gritos silenciosos.
Com a esperança de um dia coexistir ilusão em um mundo surreal,
Inspirada por nossos próprios corações afastados.
Em outras vidas nos reencontramos de novo e de novo,
Reconstruindo o que não foi terminado.
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