Não me apropriei das tuas convenções,
Não desejei tua vinda na calada da noite,
Me senti desabrigada em tuas mãos.
No solstício, tua sombra penetrou, mudando a cor do céu,
Enlouquecendo a inocência de uma criança,
Arrancando suspiros e o medo de seu primeiro amor.
Tragada foi minha alma pelo desespero que me causou.
Tua ausência me incomoda e tua presença me seca os ossos.
Te procuro.
Onde estás Cielo? Onde estás imortal?
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