domingo, 10 de junho de 2012

A saudade ainda é a mesma...

Talvez o que eu sinta não possa ser expressado por meras palavras avulsas...
O que eu sinto seria uma mistura de dor, angustia, remorso, e tristeza...
Dói saber que tudo não passou de mera ilusão do destino...
Sensações de abandono me corroem a espinha...
O frio vem me procurar a noite, e fica sem minha permissão pela manhã...
Nem as lágrimas se atrevem a cair...
Simplesmente há este incômodo em meu peito, que não desata o nó na garganta feito, que não me deixa ao menos respirar...
As palavras te cegaram?
Provei, enfrentei e matei todos os meus medos... Só deixei um escapar....
E por ter escapado, me tirou o que eu tinha de mais precioso... Você.
Pretendes continuar me machucando com o teu ingrime silêncio?
Até o meu próprio me consome...
E nada mais tenho a fazer, do que ficar te esperando em frente aquela janela...
Talvez com a esperança que não existe, de te ver voltar.

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