No auge sereno de um rosto tão gentil,
Me perdi em encantos celestes e vorazes,
Que a brisa de um Outono frio me trazia.
Divina como a noite, e radiante como o dia,
Mistura de atração e repulsão.
Arrepia-me a pele, teu cheiro natural.
Impulsos presos em emoções frias.
Decidida a fazer silêncio, em histórias de livros sem fim.
Contanto os minutos do relógio, pelo amanhecer que fenece aos domingos.
Esperando por novas paisagens, novas páginas encantadas, de seus sussurros adormecidos.
São apenas sonhos transformados em versos, sonhos estes que poderiam se transformar em realidade.
sábado, 16 de junho de 2012
Lhe dedico
Como é bonito o brilho de tua imperfeição...
Tão serena e tão amável como os raios da Aurora.
Suas cores enfeitam o cinza da praça, e faz cair a chuva de verão.
Desvendar teu jeito é como querer entender o por quê da chuva cair, o por quê do dente-de-leão se desmanchar com um sopro...
É algo natural, não tem explicação.
És metáfora em forma de canção...
Com passos lentos, faz-se o laço interminável, infinito, inquebrável...
Uma sinfonia indecifrável, composta de sedução.
Palavras doces saem de sua boca, criatura esta inestimável...
Envaidecida por carinhos e abraços inexistentes, faz-se brotar um sorriso bobo no canto dos lábios.
Um ciclo infinito, de ternura e compaixão.
Tão serena e tão amável como os raios da Aurora.
Suas cores enfeitam o cinza da praça, e faz cair a chuva de verão.
Desvendar teu jeito é como querer entender o por quê da chuva cair, o por quê do dente-de-leão se desmanchar com um sopro...
É algo natural, não tem explicação.
És metáfora em forma de canção...
Com passos lentos, faz-se o laço interminável, infinito, inquebrável...
Uma sinfonia indecifrável, composta de sedução.
Palavras doces saem de sua boca, criatura esta inestimável...
Envaidecida por carinhos e abraços inexistentes, faz-se brotar um sorriso bobo no canto dos lábios.
Um ciclo infinito, de ternura e compaixão.
domingo, 10 de junho de 2012
A saudade ainda é a mesma...
Talvez o que eu sinta não possa ser expressado por meras palavras avulsas...
O que eu sinto seria uma mistura de dor, angustia, remorso, e tristeza...
Dói saber que tudo não passou de mera ilusão do destino...
Sensações de abandono me corroem a espinha...
O frio vem me procurar a noite, e fica sem minha permissão pela manhã...
Nem as lágrimas se atrevem a cair...
Simplesmente há este incômodo em meu peito, que não desata o nó na garganta feito, que não me deixa ao menos respirar...
As palavras te cegaram?
Provei, enfrentei e matei todos os meus medos... Só deixei um escapar....
E por ter escapado, me tirou o que eu tinha de mais precioso... Você.
Pretendes continuar me machucando com o teu ingrime silêncio?
Até o meu próprio me consome...
E nada mais tenho a fazer, do que ficar te esperando em frente aquela janela...
Talvez com a esperança que não existe, de te ver voltar.
O que eu sinto seria uma mistura de dor, angustia, remorso, e tristeza...
Dói saber que tudo não passou de mera ilusão do destino...
Sensações de abandono me corroem a espinha...
O frio vem me procurar a noite, e fica sem minha permissão pela manhã...
Nem as lágrimas se atrevem a cair...
Simplesmente há este incômodo em meu peito, que não desata o nó na garganta feito, que não me deixa ao menos respirar...
As palavras te cegaram?
Provei, enfrentei e matei todos os meus medos... Só deixei um escapar....
E por ter escapado, me tirou o que eu tinha de mais precioso... Você.
Pretendes continuar me machucando com o teu ingrime silêncio?
Até o meu próprio me consome...
E nada mais tenho a fazer, do que ficar te esperando em frente aquela janela...
Talvez com a esperança que não existe, de te ver voltar.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Abracei o gelo e corri para espinhos...
Água e Fogo juntos, dois elementos distintos e semelhantes.
Um queima até se apagar... O outro esfria até congelar...
De quem estou falando? Se misturaram...
Caíram em abraços, derreteram-se em beijos, morreram com olhares.
Bebendo o néctar das flores, provando o amargo mel doce.
Assim se chocaram...
Pedaços de gelo caíram sobre a terra, o frio agora queimava...
Um queima até se apagar... O outro esfria até congelar...
De quem estou falando? Se misturaram...
Caíram em abraços, derreteram-se em beijos, morreram com olhares.
Bebendo o néctar das flores, provando o amargo mel doce.
Assim se chocaram...
Pedaços de gelo caíram sobre a terra, o frio agora queimava...
A Little Too Not Over You
Um castelo inteiro desfeito em pedaços...
Laços e fotografias que foram perdidas no tempo...
A culpa que restou por não ter sido verdadeira, me consome.
Mentiras e mentiras que se repetem como um ciclo vicioso.
Três em uma.
Eu não consigo entender o que se passa dentro dele.
As flores murcharam pelo caminho,
O céu escureceu em pleno verão...
Piso em estilhaços de vidro, cada parte foi caindo com as perdas...
Uma lembrança?
Olhos com raios multicor... Pequenos... Fechados... Abertos...
Pele alva, macia...
Cabelos dourados como o ouro...
Perfume de mil rosas e violetas, encantadoras e vorazes...
Lábios rosados e singelos, que com ternura selaram os meus.
Reles estupidez a minha, pensar e desejar o proibido...
Ouvi a canção suave dos anjos, e assim, dormi em um mar de sonhos, porém despertei em um deserto frio e escuro.
Laços e fotografias que foram perdidas no tempo...
A culpa que restou por não ter sido verdadeira, me consome.
Mentiras e mentiras que se repetem como um ciclo vicioso.
Três em uma.
Eu não consigo entender o que se passa dentro dele.
As flores murcharam pelo caminho,
O céu escureceu em pleno verão...
Piso em estilhaços de vidro, cada parte foi caindo com as perdas...
Uma lembrança?
Olhos com raios multicor... Pequenos... Fechados... Abertos...
Pele alva, macia...
Cabelos dourados como o ouro...
Perfume de mil rosas e violetas, encantadoras e vorazes...
Lábios rosados e singelos, que com ternura selaram os meus.
Reles estupidez a minha, pensar e desejar o proibido...
Ouvi a canção suave dos anjos, e assim, dormi em um mar de sonhos, porém despertei em um deserto frio e escuro.
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