Sussurros atingem sua pele, que tremendo se esconde.
Um rio corre à noite em seu quarto, fazendo-a fenecer pela manhã.
Uma alma perturbada pela pressão negra do mundo...
Merecendo ser jogada no Monturo da vida.
Ela se ajoelhava, cumpria ordens com prazer, vivia feliz...
Por trás de tudo, guardava um segredo sombrio que assustava qualquer mortal.
Um monstro...
A dor se fazia presente todos os dias.
Vivia sozinha aparentemente, só existia Um com quem conversava e podia contar, e ele é exatamente a quem serve.
Um verme desprezível, inútil e traidor.
Não aguentando mais, contou a verdade,
Pensava que tudo se resolveria então,
Foi como uma bomba, atingiu à todos sem querer, feriu, matou, destroçou, destruiu...
Mais uma vez estava sozinha, com medo, triste e com frio... Estava morta.
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