Te olho atenta,
Com a ternura de uma criança ao ver a neve pela primeira vez.
Com a alegria de um agricultor ao ver o primeiro broto pela manhã.
Com o remorso de uma vida que nunca existiu.
Por minha ou por tua culpa não sei,
Dividimos vidas inteiras, que com o tempo foram morrendo....
Morrendo não, pois nunca nasceram, tudo começou com o fim.
E se agora tudo voltou ao começo enfim?
Pois no começo, nada acontecera...
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