terça-feira, 27 de março de 2012

00:01

Maldita solidão!
Velha amiga! Voltas-te com grande ânimo, me fazendo decair no teu mar de esquecimento.
Queria que fosse embora... Vá de uma vez!
Sozinha em meu quarto escuro, há um rio de água viva que corre com a força de um leão, não tem como pará-lo. O rio corre.
Trancando portas, jogando as chaves fora, não permitindo ninguém entrar. Ninguém pode ver o que se esconde.
Uma arma apontada para o meu silêncio, explode em minha visão fria.
Uma vida inteira pode ser destruída em apenas um segundo.
Destruiu minha mente e possuiu minha alma, ainda sou eu que moro nesse corpo ou são meras projeções que ficaram guardadas e meu corpo pelas sensações tenta reproduzir novamente?
Um ser humano como outro qualquer... Que sofre, e se sente só....
Tudo o que eu queria era apenas um abraço, um verdadeiro, chega de robôs, de mentiras... Não quero mais viver uma vida falsa!
Sempre dei tudo de mim, fiz o possível por você sem querer algo em troca... Fui sincera, sua amiga.
O que recebi foram mentiras, dor, joguinhos, lágrimas! Nem sequer liga pra elas!
Lhe proporcionei todo o perdão que restava em mim, todo o carinho e atenção, e desprezou com mais mentiras!
Espero nunca mais te ver Ilusão, não me terás de volta, e só receberás o desprezo que um dia me destes.


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