Assuntos que não tinham direção...
Braços que se enlaçavam a outros braços,
Beijos frios mas que com o tempo descongelaram...
Corpos se misturaram.
Olhares e expressões apreensivas, rostos completamente colados.
Tudo ligado no automático.
O que a preenchia não era o que queria, mas algo que não podia recusar.
Nada... Absolutamente nada. Não sentia nada.
A felicidade exposta não passava de uma farsa bem e completamente planejada.
O que a matou, foi um olhar, não um simples, mas de quem verdadeiramente amava.
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