Poderia te chamar de monstro,
Uma simples criatura que no silêncio do meu quarto vem me atormentar.
Me conta histórias para dormir, histórias tristes e vazias.
Alimenta-me com falsos paradigmas a serem seguidos, no intuito de a uma ordem pertencer.
Reles tolo te tornaste.
Procurando vitimas para seu vil prazer. Esgueirando-se no caminho para não ser percebido.
Com uma palavra consegue penetrar no mais intimo dos pensamentos.
Quem és por detrás desta máscara?
Um simples jovem tomado pelo medo da solidão?
Tenho tantas perguntas a fazer-te.
Me procure novamente, mas não se sinta convidado a entrar.
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