Parece incrível o que em mim passasse!
Pinta-me a imaginação, a necessidade indeclinável de a ela voltar,
Logo depois ocupa-me a ideia horrível...
Das tormentas do meu corpo;
Das torturas do meu espírito;
Ao mover-me em busca dela, o coração se me despedaça.
Ah! Quantos martírios forjam-se em minha imaginação!
A minha pena agora cala.
Sugaste minha alma...
Deveria recuperá-la...
Mas para quê? Se há muito lhe pertence.
Meu coração está quase parando, já não absorvo mais o calor, o frio tomou conta de mim, falta-me o ar...
Minha vida está por um fio, mas esperarei até o último segundo, por que esta é a minha condenação... Esperar.
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